A diversidade da escrita japonesa

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Para o brasileiro que nunca teve contato com a língua japonesa, o alfabeto dos orientais é incompreensível. Apesar da familiaridade – já que vemos os símbolos do Japão em muitos lugares –, não conseguimos traduzir o significado de suas formas geométricas. A primeira lição para quem tem interesse em estudar o idioma é aprender a diferenciar os três estilos de escrita: hiragana, katakana e kanji.

Cada modo de escrever tem características específicas que se complementam para formar palavras, ideias e textos. Para aprender a ler e escrever em japonês, você precisa estudar as variáveis da escrita e os sistemas individualmente para, depois, compreender a construção da língua. Entenda, de forma resumida , as principais características de cada estilo.

Hiragana

O sistema hiragana tem 46 fonemas e foi desenvolvido no século XI para simplificar a escrita. Cada um representa uma fonética diferente, que na fala expressa um som similar às sílabas da língua portuguesa. São elas que dão a sonoridade às palavras e, por isso, são muito usadas nas onomatopeias – figura de linguagem que reproduz o som de ruídos em geral. Hiragana é ideal para quem pretende estudar a escrita japonesa, pois serve como base para os outros sistemas.

Katakana

Esta forma de escrita é usada principalmente em palavras de origem estrangeiras, como nomes de países e de pessoas. Seu nome é ocidental? Então, será escrito no sistema katakana. Outras formas de usá-lo são é para referir-se aos nomes de animais e plantas e para dar destaque a uma palavra que precisa de mais ênfase, como se estivesse sublinhada.

Kanji

De origem chinesa, o kanji, traduzido ao pé da letra, significa “caracteres chineses”. São usados com o hiragana, formando verbos e adjetivos. Ele não tem fonética e sua principal característica é ter um significado específico para cada letra. Com ele, é possível descrever ideias e sentimentos como amor, paz e sucesso.