Máquinas automáticas vendem de bebidas e comidas a cosméticos e guarda-chuvas

Máquinas automáticas vendem de bebidas e comidas a cosméticos e guarda-chuvas

Lanches, bebidas, cigarros, cosméticos e até preservativos... tudo isso a um toque. Se você já visitou o Japão, provavelmente já usou as máquinas de venda automática que estão presentes em quase todas as cidades. A grande quantidade e variedade dos produtos ofertados tornam a vida dos japoneses muito mais fácil, representando um negócio impressionante.

Seja uma rua comercial ou residencial, elas estão por lá. Até mesmo dentro de muitas empresas, que ganham em promover as marcas dos produtos à venda. De acordo com a Associação de Fabricantes de Máquinas de Venda Automática do Japão, “o país possui cerca de 5,52 milhões dessas máquinas, distribuídas em centenas de pontos públicos e privados do país”.

É possível encontrar quase todo tipo de produto nelas, sendo os mais comuns café, chá, água, refrigerante, cerveja e suco – com opção entre quente ou gelado. Dos itens mais inusitados, você encontra bananas (devidamente embaladas), ovos, pantufas, guarda-chuvas, sutiãs, gravatas, gel para cabelo, preservativos e itens para pesca.

Mas, e como funcionam? Basta colocar suas moedas ou notas no lugar indicado, selecionar o item e esperar que ele caia no espaço de retirada. Para comprar tabaco, a máquina é mais exigente e o comprador precisa passar um cartão que o identifique como maior de idade, respeitando a lei.

Com toda essa praticidade, o contato com um atendente é dispensado e o serviço fica à disposição do consumidor a qualquer momento, pois a maioria funciona 24 horas. Há décadas fazendo parte do dia a dia dos japoneses, essas máquinas dificilmente sofrem algum tipo de depredação, o que as faz durar e se manterem fixas onde se localizam.

Um modelo de negócios que deu certo no Japão e que movimenta anualmente US$ 100 bilhões em equipamentos e produtos. No Brasil, máquinas semelhantes são encontradas, normalmente, em estações de metrô. E por questões de segurança, ainda não estão espalhadas nas vias públicas. Quem dera, daqui a alguns anos, possamos encontrar por aqui grandes marcas comercializando seus produtos.